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Presbyond, READ, PresbyMAX, SupraCor e monovisão: qual a diferença?

Presbyond, READ, PresbyMAX, SupraCor e monovisão: como cada técnica a laser trata a presbiopia, as faixas de grau e o que os estudos mostram de verdade.

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Olho de mulher madura com anéis de topografia de córnea, ilustrando as técnicas a laser para presbiopia

Cinco nomes aparecem quando alguém pesquisa cirurgia a laser para presbiopia (vista cansada), e a impressão é de que são cinco operações completamente diferentes. Não são: são três abordagens ópticas distintas, de fabricantes diferentes, com faixas de grau, resultados publicados e possibilidades de ajuste que variam. Este guia organiza o que cada uma faz, com as fontes de cada informação.

Conteúdo médico revisado por: Dra. Ana Vega Carreiro de Freitas, CRM-SP 188301 | RQE 85160 · Atualizado em 28 de agosto de 2026

Resposta direta

Qual a diferença entre Presbyond, READ, PresbyMAX, SupraCor e monovisão?

Presbyond, READ, PresbyMAX e SupraCor são técnicas a laser que remodelam a córnea por três abordagens ópticas diferentes; a monovisão é uma escolha de alvo refrativo, possível em qualquer plataforma. Elas se distinguem pelo modo como criam a visão de perto, pela faixa de grau tratável, pelos resultados publicados e pela possibilidade de ajuste posterior. E não existe estudo que as compare diretamente.

Os fatos essenciais em uma olhada:

  • Técnicas de córnea: 4 tecnologias de fabricantes (ZEISS, Alcon, SCHWIND, Technolas/Bausch + Lomb) e a monovisão
  • Abordagens ópticas: 3 famílias
  • Faixa do Presbyond: esférico de −8,0 a +2,0 D (diretrizes CE); séries publicadas de −9,00 a +5,75 D
  • Evidência: séries de casos; nenhuma comparação direta publicada entre as técnicas
  • Indicação: definida por exames, dominância ocular e teste de tolerância

Resumo executivo (atualizado em 28/08/2026)

  • Existem 3 abordagens ópticas principais a laser para presbiopia, além da monovisão convencional, que é uma escolha de alvo refrativo possível em qualquer plataforma.
  • Não há nenhum estudo que compare diretamente Presbyond, READ, PresbyMAX e SupraCor lado a lado; a evidência disponível vem de séries de casos de cada técnica.
  • O Presbyond (ZEISS) é a técnica desenvolvida há mais tempo (2004, com resultados revisados por pares desde 2009) e tem a faixa de grau documentada mais ampla: esférico de −8,0 a +2,0 D pelas diretrizes CE, com séries publicadas de −9,00 a +5,75 D.
  • A escolha da técnica depende de exames de córnea, dominância ocular, teste de tolerância e perfil de vida do paciente, não de ranking de marcas.
  • Nenhuma cirurgia a laser é verdadeiramente reversível (o tecido removido não volta); o que existe é a possibilidade de ajuste, ao custo de mais tecido corneano.

Por que não são cinco cirurgias diferentes?

Porque as cinco opções se organizam em três abordagens ópticas, e entender isso vale mais do que decorar nomes de marcas.

A primeira abordagem combina uma micro-monovisão leve com ablação asférica planejada de forma binocular: é o caso do PRESBYOND (ZEISS). A segunda modula a asfericidade da córnea (o valor Q) para estender a profundidade de foco: é o caso do Custom-Q e do READ (Alcon), que usam a mesma plataforma e mudam apenas quem calcula o planejamento. A terceira cria multifocalidade na própria córnea, com uma pequena área central mais curva para perto: é o caso do PresbyMAX (SCHWIND) e do SUPRACOR (Technolas/Bausch + Lomb).

A monovisão convencional fica fora dessas três famílias: não é uma técnica de laser específica, e sim uma escolha de alvo refrativo que qualquer plataforma executa, corrigindo um olho para longe e deixando o outro levemente míope para perto. Na literatura científica, as duas primeiras abordagens pertencem à mesma família (modulação de aberração corneana), em contraste com a multifocalidade corneana, conforme a revisão sistemática de 2025. Separamos aqui porque o planejamento binocular é diferente, e é isso que o paciente percebe na prática.

Como cada técnica remodela a córnea

Presbyond (ZEISS). Combina micro-monovisão leve (diferença de até 1,5 D entre os olhos) com o controle da aberração esférica. Nas palavras do fabricante, o perfil de ablação é asférico e não linear, criando um gradiente contínuo de poder refrativo sobre toda a zona óptica da córnea (ZEISS, material técnico). O olho dominante fica ajustado de longe ao intermediário, o não dominante do intermediário ao perto, e a zona de transição (a blend zone) permite que o cérebro funda as duas imagens. Não há uma área de leitura demarcada na córnea; a superfície inteira participa. Veja como funciona o Presbyond em detalhe.

READ e Custom-Q (Alcon). Aqui a estratégia é modular o valor Q, o número que descreve o quanto a córnea é mais curva no centro do que na periferia. Tornando a córnea mais prolata, o laser induz aberração esférica negativa de forma controlada, o que estende a profundidade de foco. O perfil de perto vai no olho não dominante, com um alvo levemente míope; o olho dominante também é operado, com perfil asférico complementar. O READ, apresentado no Brasil em 2025, é a automação desse planejamento: no Custom-Q o cirurgião calcula os parâmetros manualmente; no READ, o software do fabricante faz o cálculo. A sigla significa Refractive Enhanced Adjusted Distance, conforme publicado pelo autor da técnica, Prof. Damien Gatinel.

PresbyMAX (SCHWIND) e SUPRACOR (Technolas/Bausch + Lomb). As duas criam zonas de foco diferentes na própria córnea: uma pequena área central mais curva, dedicada ao perto, cercada por uma zona periférica para longe. No SUPRACOR, essa área central tem cerca de 12 micrômetros de elevação nos 3 milímetros centrais, gerando uma adição aproximada de 2 dioptrias (Ang et al., Eye and Vision, 2016). No PresbyMAX, o perfil é bi-asférico, com adição de perto entre +0,75 e +2,50 D e quatro variantes de planejamento, incluindo uma função de reversão (SCHWIND). Como a pupila usa áreas diferentes da córnea conforme a luz, essas técnicas dependem mais do diâmetro pupilar, o que ajuda a entender os relatos de halos e de visão noturna reduzida em parte dos pacientes.

Monovisão convencional. Usa a ablação comum de qualquer plataforma para corrigir um olho para longe e deixar o outro míope para perto. A diferença em relação ao Presbyond é que não há extensão da profundidade de foco: cada olho enxerga bem a uma distância, e o intermediário costuma ser o ponto fraco. Entenda por que o Presbyond não é uma monovisão comum.

Que faixa de grau cada técnica alcança?

A resposta curta: as faixas são diferentes, e nem todas têm limite oficial publicado. Onde existe faixa regulatória, citamos a do fabricante; onde não existe, o que há são os perfis tratados nos estudos, e isso está sinalizado na própria tabela.

TécnicaFaixa documentadaPerfil típicoFonte
PresbyondDiretrizes CE: esférico de −8,0 a +2,0 D, cilindro até 2,0 D. Séries publicadas relatam eficácia de −9,00 a +5,75 D, com astigmatismo de até −3,25 D na série originalMíopes, hipermétropes e emétropes présbitasZEISS · Reinstein 2022 · Reinstein 2009
READ / Custom-QHipermetropia de aproximadamente 0 a +3,00 D nos perfis publicados; candidatos ideais entre +1,50 e +3,00 DHipermétropes e emétropes présbitas; não é a indicação habitual para míopesRahmania et al. 2021
PresbyMAXAdição de perto de +0,75 a +2,50 D; séries incluem de miopia a hipermetropia, conforme a varianteMíopes, hipermétropes e emétropes présbitasSCHWIND
SUPRACORIndicado sobretudo para hipermétropes présbitas; o alvo refrativo não é zero (fica em −0,50 a −0,75 D)Hipermétropes présbitasAng et al. 2016
MonovisãoAlvo míope de −1,75 a −2,50 D no olho de perto, conforme a idade; revisão recente sugere que pouco menos de 1 D já traz alta satisfaçãoQualquer perfil, após teste de tolerânciaAAO/EyeWiki · Skov et al. 2026

Nota: há dois registros diferentes para a faixa do Presbyond, e os dois estão corretos. A marcação CE é o rótulo regulatório do equipamento; as séries clínicas publicadas descrevem a prática relatada em estudos, que vai além dele. Nos Estados Unidos, a correção de presbiopia não consta das indicações aprovadas pela agência FDA para a plataforma. E o grau é apenas o primeiro filtro da indicação: espessura e regularidade da córnea, diâmetro pupilar, dominância ocular, profissão e expectativas pesam tanto quanto a refração.

O que os estudos mostram e o que ainda não se sabe?

Antes dos números, duas ressalvas que quase nunca aparecem em textos sobre o tema. A primeira: não existe estudo comparando essas técnicas diretamente entre si. Não há pesquisa que tenha operado grupos equivalentes com Presbyond, PresbyMAX e SUPRACOR e medido os resultados lado a lado; a revisão sistemática mais recente pede exatamente esse tipo de comparação. Por isso, qualquer afirmação de que uma delas é a melhor não tem base científica hoje. A segunda: a evidência disponível vem principalmente de séries de casos, um desenho de estudo que gera nível limitado de certeza científica (Fernández et al., Eye, 2023).

Vale também separar métricas: o dado de até 97% divulgado pelo fabricante do Presbyond refere-se à aceitação da micro-monovisão no teste de triagem pré-operatória (Reinstein, Healio, 2012), e não à satisfação pós-operatória. No conjunto dos estudos, a satisfação com o Presbyond fica na casa dos 90%, com os retoques já previstos como parte do planejamento (12% a 22% dos casos, conforme o perfil). No Presbyond, a sensibilidade ao contraste se manteve ou melhorou nos estudos revisados; nas técnicas de multifocalidade corneana, parte dos pacientes relata halos e visão noturna reduzida no primeiro ano; na monovisão, o custo é binocular, com queda medida da percepção de profundidade. Alguns números publicados, cada um com sua fonte:

“Um perfil de ablação asférico e não linear que cria um gradiente contínuo de poder refrativo sobre toda a zona óptica da córnea.”

ZEISS, sobre o desenho óptico do Presbyond (tradução nossa), Presbyopia Management: Plan (acesso em 2026)

Dá para ajustar ou desfazer o resultado depois?

Essa pergunta costuma vir com uma palavra enganosa: reversível. A cirurgia a laser é subtrativa: o laser remove tecido da córnea, e tecido removido não volta.

O que existe, em todas as técnicas, é a possibilidade de ajustar o resultado com um novo tratamento, que consome mais um pouco de córnea. A pergunta madura não é se é reversível, e sim quanto o resultado é ajustável depois, e a que custo de tecido.

Nesse quesito, as diferenças reais são estas: o Presbyond trabalha com um alvo de micro-monovisão leve, que pode ser neutralizado com óculos ou modificado com novo procedimento a laser, nos termos do próprio fabricante. O PresbyMAX é a única técnica com uma função de reversão nomeada pelo fabricante, o PresbyMAX Reversal, usada em cerca de 3% dos casos na principal série publicada (SCHWIND). O SUPRACOR tem reversão descrita em relato de caso. E a monovisão convencional pode ser desfeita igualando os dois olhos para longe; nas séries publicadas, cerca de 2% a 3% dos pacientes pediram essa correção (Jain et al., Cornea). Em todos os cenários, a viabilidade do ajuste depende da espessura de córnea restante, mais um motivo pelo qual o planejamento conservador da primeira cirurgia importa tanto.

Como se decide qual técnica faz sentido para cada pessoa?

A escolha não começa pela técnica; começa pelo olho e pela vida de quem vai operar.

O caminho típico da avaliação tem cinco etapas. 01. Exames completos da córnea e da visão: topografia e tomografia, espessura corneana, refração estável, diâmetro pupilar, superfície ocular. 02. Dominância ocular e perfil refrativo: qual olho é o dominante, quanto de grau há em cada um, e em qual das faixas da tabela anterior o caso se encaixa. 03. Conversa sobre rotina e expectativas: quem dirige muito à noite, quem trabalha o dia inteiro em telas, quem faz esporte de precisão; cada perfil tolera compromissos ópticos diferentes.

04. Teste de tolerância, detalhado logo abaixo. 05. Decisão compartilhada: com os exames e o teste, a indicação sai do catálogo de marcas e vira um plano individual, que pode, inclusive, ser nenhuma cirurgia agora. Sobre quem realiza cada técnica: as tecnologias têm requisitos de treinamento definidos pelos fabricantes. No caso do Presbyond, a certificação da Dra. Ana Vega envolveu um pré-requisito de cerca de 40 cirurgias de FemtoLASIK na plataforma ZEISS, além do treinamento teórico-prático e do acompanhamento dos primeiros casos.

O teste de tolerância na prática do consultório

Antes de decidir, a visão proposta é simulada. Para a monovisão, o teste é feito no consultório com a armação de provas: a correção é montada nos óculos de prova e o paciente passa um período andando, lendo e digitando com ela. A adaptação, ou o incômodo, aparece ali, antes de qualquer laser. Para o Presbyond, a triagem simula a micro-monovisão do planejamento; é dessa etapa que vem o dado de aceitação de até 97% do fabricante.

Qual dessas técnicas a Dra. Ana Vega realiza?

No consultório da Dra. Ana Vega, no Tatuapé, a técnica principal para presbiopia é o ZEISS Presbyond, escolha que reflete o volume de estudos publicados e o histórico da técnica, desenvolvida em 2004 e com resultados revisados por pares desde 2009.

A monovisão também faz parte da prática, nos casos em que é a indicação mais adequada: quando há contraindicação ao FemtoLASIK (entenda a diferença entre LASIK, PRK, SMILE e Presbyond), quando o grau está fora da faixa tratável pelo Presbyond ou em perfis de miopia com adaptação previsivelmente mais rápida. Qual dos caminhos, se algum, faz sentido para o seu caso? Quem responde é a avaliação completa de cirurgia para presbiopia em São Paulo, com exames e teste de tolerância, e não uma tabela na internet.

Importante: este conteúdo é educativo e não substitui consulta oftalmológica. A indicação de qualquer cirurgia refrativa depende de avaliação individualizada, nenhuma técnica é isenta de riscos e limitações, e nenhum resultado é garantido.

Quer saber se o seu caso é candidato?

A avaliação completa, com exames e teste de tolerância, mostra se o Presbyond, a monovisão ou nenhuma cirurgia é a indicação para o seu caso. Atendimento no Tatuapé, em São Paulo.

Perguntas frequentes sobre as técnicas para presbiopia

As dúvidas que mais aparecem quando o assunto é escolher entre as técnicas a laser para presbiopia.

Não. Os dois ampliam a profundidade de foco usando aberração esférica, mas o Presbyond (ZEISS) planeja os dois olhos de forma integrada a partir de dados de wavefront, criando a blend zone; o READ (Alcon) modula a asfericidade da córnea com alvo míope no olho não dominante, com cálculo feito por software do fabricante. Plataformas, planejamentos e faixas de grau são diferentes.

A técnica óptica é a mesma: modulação do valor Q da córnea na plataforma da Alcon. A diferença está no planejamento. No Custom-Q, o cirurgião calcula os parâmetros manualmente; no READ, o cálculo é automatizado por software do fabricante. O READ foi apresentado no Brasil em 2025, e a sigla significa Refractive Enhanced Adjusted Distance.

A rigor, a monovisão não é uma técnica de laser: é uma escolha de alvo refrativo que qualquer plataforma executa, com um olho corrigido para longe e o outro deixado míope para perto. Ela não amplia a profundidade de foco de cada olho, e por isso a visão intermediária costuma ser o ponto fraco.

Nenhuma cirurgia a laser é reversível no sentido literal: o tecido removido não volta. O que o fabricante descreve é que o alvo de micro-monovisão pode ser neutralizado com óculos ou modificado com um novo procedimento a laser, desde que haja córnea suficiente. O termo mais honesto é ajustável.

A indicação publicada do READ é para hipermétropes e emétropes présbitas. Em quem tem miopia, o compromisso óptico da multifocalidade tende a ser pior tolerado: a pessoa passou a vida enxergando bem de perto e nota mais qualquer perda. Para míopes présbitas, outras abordagens costumam ser consideradas na avaliação.

São tecnologias de fabricantes diferentes (SCHWIND e Technolas/Bausch + Lomb), e a disponibilidade depende de cada centro cirúrgico ter a plataforma correspondente. O próprio fabricante do SupraCor informa que a tecnologia não está disponível em todos os países. Na prática, a oferta dessas técnicas no Brasil é limitada aos serviços equipados com cada laser.

Não. Até hoje não há estudo que tenha comparado diretamente Presbyond, READ, PresbyMAX, SupraCor e monovisão nos mesmos grupos de pacientes. O que existe são séries de casos de cada técnica, com métricas diferentes. A revisão sistemática mais recente pede exatamente esse tipo de comparação. Desconfie de percentuais usados como prova de superioridade.

Entre as faixas documentadas, o Presbyond tem a mais ampla: esférico de −8,0 a +2,0 D com astigmatismo até 2,0 D pelas diretrizes CE, e séries publicadas de −9,00 a +5,75 D. O READ opera hipermetropias de até cerca de +3,00 D; o SupraCor é voltado a hipermétropes présbitas; o PresbyMAX cobre perfis variados conforme a variante. A faixa, porém, é só o primeiro filtro da indicação.

Pode haver adaptação com halos e menor nitidez noturna, sobretudo nas técnicas de multifocalidade corneana, que dependem mais do diâmetro pupilar; parte dos pacientes relata isso no primeiro ano. No Presbyond, os estudos revisados mostraram sensibilidade ao contraste preservada ou melhorada. A avaliação do tamanho pupilar antes da cirurgia ajuda a estimar esse risco individualmente.

Elas podem reduzir bastante a dependência dos óculos para perto, mas o resultado varia com o erro refrativo prévio, a idade e a adaptação de cada pessoa, e a presbiopia continua evoluindo com os anos. Óculos podem ser necessários em situações específicas, como leitura prolongada de letras muito pequenas ou pouca luz. Nenhum resultado é garantido.

O valor varia conforme a tecnologia envolvida, a estrutura do centro cirúrgico e a complexidade de cada caso. Por isso, é definido em avaliação, e não em tabela. Os fatores que compõem o valor estão explicados em detalhe na página sobre quanto custa o Presbyond.

Referências e fontes consultadas

A Dra. Ana Vega não possui vínculo comercial com a ZEISS, fabricante da tecnologia que utiliza; as informações de fabricantes citadas neste conteúdo estão sinalizadas como tal. Este conteúdo tem finalidade informativa e educacional, não substitui consulta médica e segue as diretrizes de publicidade médica do CFM (Resolução CFM nº 2.336/2023).

Tags: Presbiopia
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